PAMVILLA

Perspectivas Analíticas para a Música de Villa-Lobos

Grupo de pesquisa cadastrado no CNPq – http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/7247375701641264

O PAMVILLA foi criado em 2012, durante o II Simpósio Villa-Lobos, com a missão de desenvolver pesquisas de caráter interdisciplinar, voltadas para a interpretação da música villalobiana. Integram o grupo pesquisadores (professores e alunos de pós-graduação/graduação) de universidades de vários estados do Brasil e também no exterior. Sua sede é o Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (CMU-ECA/USP)

O grupo tem realizado simpósios dedicados ao compositor e seus membros ocasionalmente se reúnem ou participam individualmente em eventos acadêmicos, propondo debates sobre a obra villalobiana e a cultura brasileira. Além dos congressos da ANPPOM, é possível ver a contribuição do PAMVILLA e de seus membros nos programas de pós-graduação das universidades brasileiras e em encontros internacionais, como os realizados em LisboaRichmond VA,  Oxford, Edinburgh, Canterbury, Roma, Santiago, Bogotá, Londres, Riverside CA, Helsinki, Krakow, Porto, Castelo Branco, etc.

Integrantes

Ermelinda Paz
Ermelinda Paz

Ermelinda A. Paz tem livre-docência pela Unirio, é professora titular na UFRJ e profesora adjunta iv na Unirio. É pesquisadora do CNPq e líder do grupo de pesquisa Música e Educação Brasileira/UFRJ. Ganhou os prêmios em concursos de pesquisa monográfica, a saber: Sílvio Romero, 1983, INM da Funarte; Villa-Lobos e a música popular brasileira, 1988, MVL / MinC; Villa-Lobos, sua vida e obra, 1988, OEA e Governo Brasileiro; Concurso Grandes Educadores Brasileiros, 1988. Inep/mec; Concurso Lúcio Rangel, 1989. Funarte; e Prêmio Carioca de Pesquisa Monográfica, 1995. Secretaria Municipal de Cultura do RJ. É autora de As Pastorinhas de Realengo; 500 Canções Brasileiras 3.ed.; Villa-Lobos, o educador; Jacob do Bandolim; Pedagogia Musical Brasileira no Século XX 2.ed.; O Modalismo na Música Brasileira; Villa-Lobos e a Música Popular Brasileira; e Edino Krieger: crítico, produtor musical e compositor, dentre outros. Maiores informações consultar: http://www.ermelinda-a-paz.mus.br


Edelton Gloeden
Edelton Gloeden

Edelton Gloeden. Um dos mais destacados violonistas brasileiros da atualidade, Edelton Gloeden teve entre seus mestres Henrique Pinto, Eduardo Fernández, Guido Santórsola e Abel Carlevaro. Apresenta-se em recitais solo, com grupos de câmara, e em concertos com orquestra em todo o Brasil, América Latina, Estados Unidos e Europa. Vem dedicando-se intensamente ao repertório brasileiro, realizando inúmeras primeiras audições de obras de compositores como Francisco Mignone, Camargo Guarnieri, Lina Pires de Campos, Cláudio Santoro, Mário Ficarelli e Gilberto Mendes. Mais recentemente, gravou obras inéditas de Leo Brouwer (Cuba) no CD Mitologia de las Aguas pelo selo Cubadisco; de Eduardo Fernández (Uruguai), Stephen Goss (País de Gales), Antonio Ribeiro e Jorge Antunes no CD Puertas pelo selo SESC e, de Francisco Mignone 12 Valsas Brasileiras em forma de Estudos (Editais PROAC). Possui também gravações para os selos Akron, EGTA, Regia Música, Paulus e Delos International. Edelton Gloeden é Doutor em Artes pela Universidade de São Paulo, onde é docente no Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes, é presença constante nos mais importantes festivais de música, no Brasil e exterior. Entre 2008 e 2013 foi o diretor artístico do Festival Leo Brouwer em São Paulo, com a presença de grandes nomes do violão internacional. Recentemente, a convite do Maestro Leo Brouwer, participou do Vº Festival Leo Brouwer de Música de Cámara em Havana, Cuba.


Alexandre Ficarelli
Alexandre Ficarelli

Alexandre Ficarelli. É natural de São Paulo. Recebeu sua formação na Alemanha, na Escola Superior de Música e Artes Dramáticas, obtendo o diploma de Bacharelado em Instrumento – Orchestermusiker, onde também realizou a pós-graduação – Künstlerische Ausbildung (Mestrado em performance) sob a orientação do Prof. Ingo Goritzki. Diplomas obtidos na instituição nos anos de 1994 e 1996, respectivamente. Também realizou o Mestrado em Artes com especialização em Música pela Universidade de São Paulo recebendo o título de mestre em 2014. Sua principal área de pesquisa é sobre os compositores brasileiros para seu instrumento. Leciona Oboé e Música de Câmara no Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Tem grande atuação como solista e camerista, apresentando-se no Brasil, Europa e Estados Unidos, destacando importantes obras do repertório brasileiro para oboé e corne-inglês. Ganhador do Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) em 2010 e 8º Prêmio Bravo! de Música em 2012, pelo melhor CD de música erudita pela sua atuação no grupo Camerata Aberta. É artista apoiado pela firma alemã Ludwig Frank.


Lars Hoefs
Lars Hoefs

Lars Hoefs. Professor de violoncelo e história da música na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), desempenha e ensina na América do Sul, nos Estados Unidos e na Europa. 2018 inclui apresentações no Alasca, Califórnia, Chile, França, Alemanha, Irlanda e Espanha, além de apresentações solo com orquestras brasileiras. Ele publicou recentemente um artigo na revista The Strad sobre a história do conjunto de violoncelo. Lars estabeleceu-se como um dos principais especialistas no repertório de violoncelo do compositor brasileiro Heitor Villa–Lobos e foi o primeiro violoncelista a realizar juntos em um programa as obras completas para cello e orquestra de Villa-Lobos. Lars é diretor artístico do Villa-Lobos International Chamber Music Festival no sul da Califórnia, o único festival dedicado à música de câmara latino-americana nos Estados Unidos, já na sua quinta edição. Lars também promove ativamente a música brasileira contemporânea, estreando e gravando obras dos compositores Liduino Pitombeira, Joao Guilherme Ripper, Paulo Costa Lima e Paulo C. Chagas, entre outros. Como solista no Brasil, nos últimos anos Lars realizou concertos de Haydn, Schumann, Saint-Saëns, Lalo, Tchaikovsky, Dvorak, Elgar e Villa-Lobos com orquestras em todo o país. Notavelmente, Lars fez a estréia sul-americana do Concerto para Violoncelo de Korngold, bem como interpretou o papel-título em Don Quixote, de Richard Strauss, com a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas. Lars é um convidado frequente no Rio International Cello Encounters e no Festival Virtuosi em Recife, e em 2009, Lars passou o ano como co-principal violoncelista da Orquestra Sinfônica Brasileira no Rio de Janeiro sob o maestro Roberto Minczuk. Originalmente de Appleton, Wisconsin, Lars obteve seu diploma de ensino médio na North Carolina School of the Arts, um Bacharelado da Northwestern University estudando com Hans Jorgen Jensen, e ambos os cursos de mestrado e doutorado da University of Southern California, em Los Angeles, onde estudou com o ex-spalla da Los Angeles Philharmonic, Ronald Leonard. Na Universidade Estadual de Campinas, Lars fundou e lidera o Unicamp Cello Ensemble, uma orquestra de violoncelos sem regente composta por seus atuais e antigos estudantes de violoncelo.


Susana Igayara-Souza

Susana Igayara-Souza possui Doutorado em Educação (História da Educação e Historiografia), pela Faculdade de Educação da USP (2011) e Mestrado em Artes (Musicologia) pela ECA-USP (2001). Possui graduação em Música – Bacharelado em Composição pela Universidade de São Paulo (1989), Bacharelado Instrumento (Piano) pela Faculdade Mozarteum de São Paulo (1982) e graduação em Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade de São Paulo (1987). Atualmente é professora da Universidade de São Paulo, com foco principal em Repertório Coral. Faz parte do Comunicantus: Laboratório Coral do Departamento de Música da ECA-USP, como coordenadora adjunta. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Literatura Coral, Repertório Coral e Áreas Correlatas, atuando principalmente nos seguintes temas: canto coral, repertório coral, história da música, história da educação, educação musical, técnica vocal, teoria musical e música brasileira.Suas pesquisas em musicologia e história da educação concentram-se na primeira metade do século XX, nos seguintes temas: Canção Coral Brasileira; Música Sacra Brasileira, Produção escrita por mulheres sobre música; História da educação musical no Brasil; Música e cultura escrita. Antes da USP, atuou em outras faculdades de Música (Faculdade Mozarteum de São Paulo e Faculdade de Arte Santa Marcelina) nas áreas de Canto Coral, Regência, Técnica Vocal, Metodologia da Pesquisa, e em outros institutos ligados ao ensino e à prática musical, com ênfase na atividade coral e nas áreas da percepção musical, teoria e história da Música. Participou como docente convidada em Festivais de Música, palestras e workshops. Escreveu artigos sobre compositores brasileiros, sobre repertório vocal, além de notas de programa para concertos e gravações de coros e orquestras. Foi coordenadora do Núcleo de Estudos da Divisão de Música do Museu Lasar Segall (1985-1997) e Coordenadora do Centro de Documentação Musical da OSESP (1999). No exterior, proferiu palestras sobre Música Brasileira na Universidade de Cambridge, Reino Unido, Universidade de Indiana em Bloomington, EUA, Conservatório Musical de Lisboa, Portugal, Academía de Verano de Dirección Coral y Pedagogía Musical em Las Palmas de Gran Canária, Espanha, Universidade Nacional de Cuyo, Argentina. Universidad Nacional de Villa María, Argentina. Atuou em concertos como coralista, pianista e regente coral, além de ser preparadora vocal de coros. É associada da ABEM – Associação Brasileira de Educadores Musicais, da ANPPOM – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Música e da SBHE – Sociedade Brasileira de História da Educação. É líder do Grupo de Estudos e Pesquisas Multidisciplinares nas Artes do Canto (GEPEMAC). É orientadora plena do Programa de Pós-graduação em Música da ECA-USP, nas linhas de Musicologia e Processos de Criação Musical, tendo orientado trabalhos sobre repertório vocal, práticas corais, arranjos corais, estudos de performance vocal, ensino da música vocal e trajetórias profissionais ligadas às artes do canto. (Fonte: Currículo Lattes)


Loque Arcanjo Jr.

Loque Arcanjo Jr. Doutor e mestre em História Social da Cultura e especialista em História da Cultura e da Arte pela UFMG. Desenvolve pesquisa de Pós-doutorado na Escola de Música do Depto de Música da UFMG na linha de pesquisa Música e Cultura. Professor do Departamento de Teoria Musical na Universidade do Estado de Minas Gerais onde desenvolve pesquisa nas áreas de Música e História no Centro de Pesquisa da Escola de Música. Professor no curso de História do Centro Universitário de Belo Horizonte (UNIBH) onde é coordenador do Laboratório de Pesquisa e Ensino de História do IED-Instituto de Educação. Autor dos livros: Heitor Villa-Lobos os sons de uma nação imaginada (Editora Letramento, 2016) e O ritmo da mistura e o compasso da História: o modernismo musical nas Bachianas Brasileiras de Heitor Villa-Lobos (Editora E-papers, 2008). Linhas de Pesquisa: Bachianas Brasileiras: análise e contexto, História social da música brasileira, Historiografia da Música Brasileira.


Regina Rocha

Regina Rocha. Doutoranda em Música pela Universidade de São Paulo (ECA/USP), na área de Teoria e Análise musical, sob a orientação do Prof. Dr. Paulo de Tarso Salles. Mestra em Música pelo Instituto de Artes da UNESP. Bacharela em Música com habilitação em Regência pelo Instituto de Artes da UNESP. Licenciada em Música pela Faculdade Mozarteum de São Paulo. Possui curso Técnico de Nível Médio Música (piano) pela Escola Municipal de Música Maestro Fêgo Camargo (Taubaté/SP). Foi aluna do curso de canto lírico na antiga Universidade Livre de Música e integrante do Coral do Estado de São Paulo (1998-2000). Como corista atuou na apresentação das óperas: Pedro Malazarte de Camargo Guarnieri, Cosi fan Tutti de Mozart e Les contes d’Hoffmann de Offenbach, todas encenadas no Teatro São Pedro em São Paulo. De 2000 a 2001 foi pianista do curso de canto da UNICSUL. Em 2010 estudou cravo no Ciclo Avançado da Escola de Música do Estado de São Paulo. Como regente convidada regeu a Missa em Dó Maior de Schubert, com a Orquestra e Coral da Sociedade Pró Musica Sacra de São Paulo, no Mosteiro de São Bento em São Paulo. Em Julho de 2011, ganhou menção honrosa na classe de Regência Orquestral no Festival Internacional: Música das Esferas. Em 2012, sob a orientação do maestro Ênio Antunes, desenvolveu uma atividade de Prática Orquestral, com a Orquestra Jovem da Escola de Música do Estado de São Paulo. Foi regente assistente da Orquestra Filarmônica Jovem de Caieiras e regente do Coral Corporativo Volkswagen Serviços Financeiros. Lecionou no Conservatório Musical Heitor Villa-Lobos, no Projeto Guri Santa Marcelina e no Projeto Fábricas de Cultura.


Silvio Ferraz
Silvio Ferraz (SP,1959), é professor do curso de composição na USP. Entre 2002 e 2013 foi professor do departamento de música da UNICAMP. Estudou composição com Willy Correa de Oliveira, Oliver Toni e Gilberto Mendes, na Universidade de S.Paulo. Posteriormente participou nos seminários de composição de Brian Ferneyhough, Gerard Grisey e Jonathan Harvey. Desde 1985 participa ativamente dos principais festivais brasileiros de música contemporânea. É doutor em Comunicação e Semiótica, Livre Docente pela Universidade de Campinas, autor de Música e Repetição: aspectos da questão da diferença na música contemporânea (SP: Educ/ Fapesp, 1997), Livro das Sonoridades (Rio: 7 letras, 2004) e organizador de Notas-AtosGestos (Rio: 7 letras, 2007). Desenvolve projetos no campo da composição musical contemporânea, com ênfase no estudo das implicações do conceito de tempo na música do final do século XX e séc.XXI.
 

 
Juliana Ripke
Juliana Ripke

Juliana Ripke é mestre em Musicologia (Teoria e Análise) pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), orientada pelo Prof. Dr. Paulo de Tarso Salles; bacharel em Piano pela Faculdade Cantareira, e tecnóloga em Piano Popular pela Fundação das Artes de SCS. Atualmente, é bolsista FAPESP, desenvolvendo pesquisa de doutorado sobre Villa-Lobos e Tom Jobim. Além disso, é membro integrante do PAMVILLA, e tem apresentado sua pesquisa sobre tópicas afro-brasileiras na música brasileira em diversos congressos nacionais e internacionais como o Núcleo Acadêmico do 53º Festival Villa-Lobos (RJ/Brasil), o II Congresso ARLAC/IMS (Santiago de Chile), o 13th International Congress on Musical Signification (Canterbury e Londres/UK), o 4o Encontro Internacional de Teoria e Análise Musical (SP/Brasil) e o II Congresso Bienal da Tema (SC, Brasil).


achille

Achille Guido Picchi. Natural de São Paulo. Doutor em Música pela UNICAMP/SP com tese sobre as Serestas de Heitor Villa-Lobos (2010), e Mestre pela USP com uma dissertação sobre Mario de Andrade (1996). Como carreira acadêmica, foi professor na Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP e atualmente é professor de composição e análise no Departamento de Música da UNESP, no campus de São Paulo. Como pesquisador de música brasileira, publicou diversos artigos, tanto em revistas acadêmicas como em anais de importantes congressos e meios de divulgação. Publicou um estudo e a revisão musicológica das canções de Carlos Gomes, pela FUNARTE, texto musical republicado pela Editora Algol de São Paulo. Publicou a revisão musicológica e a partitura integral da ópera “Joanna de Flandres” de Carlos Gomes, tendo realizado especialmente a redução para canto e piano. Foi diretor-adjunto da Sociedade Brasileira de Musicologia, São Paulo (1994-98). Foi um dos criadores do Prêmio Nacional Carlos Gomes, juntamente com o Maestro Fábio Oliveira e o então secretário estadual de cultura, Marcos Mendonça. Escreveu um livro de ensaios Sinfonia Plural, onde aborda interdisciplinarmente música, filosofia, sociologia, história e musicologia. Pianista, compositor e regente de carreira nacional e internacional. Como solista e camerista, vem realizando recitais e concertos, no Brasil e no exterior, com regularidade. Integrou o importante TRIO IMAGES (piano, violino e viola), que existiu de 1999 a 2010, realizando mais de mil concertos em seis países. Em 1993 ganhou o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) como melhor recitalista do ano. Em 1998 recebeu o Prêmio Nacional Carlos Gomes de melhor camerista do ano. Junto ao TRIO IMAGES, recebeu em 2007 seu segundo Prêmio Nacional Carlos Gomes, como recitalista de câmera e em 2008, o Grande Prêmio da Crítica APCA. Como compositor, possui um extenso catálogo de obras para todas as formações, estreadas e executadas no Brasil e no exterior, detentoras de prêmios internacionais e nacionais, tais como o primeiro lugar no Concurso Nacional Gilberto Mendes (SP, 2003), entre outros.


pedro belchior
Pedro Belchior

Pedro Belchior, doutor e mestre em História pela Universidade Federal Fluminense, é autor do livro Tristes subúrbios: literatura, cidade e memória em Lima Barreto (Eduff, 2017), coautor do livro Nova fase da lua: escultores populares de Pernambuco (Caleidoscópio, 2012) e pesquisador do Museu Villa-Lobos, no Rio de Janeiro.


 

acacio
Acácio Piedade

Acácio Piedade é bacharel em Composição pela UNICAMP (1985). Mestre e Doutor em Antropologia pela UFSC (1998, 2004), pesquisou a música sob a perspectiva antropológica em rituais indígenas no Noroeste Amazônico e no Alto Xingu. Concluiu Pós-Doutorado em Musicologia na Universidade Paris-Sorbonne. Atualmente é professor associado no Departamento de Música e do Programa de Pós-Graduação na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), onde ministra disciplinas de Análise Musical, Composição, Musicologia e Etnomusicologia. Como compositor, escreve obras instrumentais e mistas para solistas, grupos de câmara e orquestra. Atualmente desenvolve e orienta pesquisas envolvendo composição, poéticas musicais contemporâneas, análise e significação musical, particularmente sobre tópicas, retoricidade, intertextualidade e narratividade.


rodolfo coelho de souza
Rodolfo Coelho de Souza

Rodolfo Coelho de Souza (São Paulo, 1952) é professor livre-docente do Departamento de Música da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto. Fez doutorado em composição musical na University of Texas at Austin e mestrado na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Sua produção bibliográfica em teoria e análise musical é extensa, com foco na música brasileira, particularmente na produção de Alberto Nepomuceno, Heitor Villa-Lobos, Claudio Santoro e Conrado Silva. Atualmente é editor da revista Musica Theorica publicada pela TeMA – Associação Brasileira de Teoria e Análise Musical.


Paulo de Tarso Salles
Paulo de Tarso Salles

Paulo de Tarso Salles (São Paulo, 1966) é professor livre-docente no Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (CMU-ECA/USP), onde leciona matérias teóricas desde 2008. Fez seu pós-doutorado (2013-2014) na University of California, Riverside (UCR) sob supervisão de Paulo Chagas. Doutor em composição pela UNICAMP (orientação de Silvio Ferraz, 2005); mestre em artes pela UNESP (orientação de Lia Tomás, 2002). Estudou violão com Gerson Frutuoso, Giacomo Bartoloni e Henrique Pinto; e composição com Celso Mojola. Autor dos livros Aberturas e impasses: a música no pós-modernismo e seus reflexos no Brasil, 1970-1980 (Ed. Unesp, 2005), Villa-Lobos: processos composicionais (Ed. Unicamp, 2009) e Os quartetos de cordas de Villa-Lobos: forma e função (EDUSP, 2018). Organizou, junto com Norton Dudeque o livro Villa-Lobos, um compêndio: novos desafios interpretativos (Ed. UFPR, 2017). Sua área de especialidade é centrada na música do século XX, sobretudo por compositores brasileiros. Foi um dos idealizadores e coordena o Simpósio Villa-Lobos desde sua primeira edição, em 2009, assim como é o responsável pelo PAMVILLA. Atualmente desenvolve pesquisa sobre as sinfonias villalobianas, com apoio FAPESP (primeira etapa: 2018-2020).


 
ciro
Ciro Visconti, foto: Pepe Brandão

Ciro Visconti. Guitarrista e compositor, bacharel em instrumento pela FMCG, mestre pela ECA/USP em processos de criação musical e doutorando pela mesma universidade em teoria e análise musical com orientação do Prof. Dr. Paulo de Tarso Salles. Bolsista do programa Fulbright para Doutorado Sanduíche, realizando parte de seu curso na City University of New York (CUNY) sob orientação do Prof. Dr. Joseph Straus. Integra o PAMVILLA, grupo de pesquisa coordenado pelo Prof. Dr. Paulo de Tarso Salles que se dedica a pesquisar a obra de Villa Lobos. Em 2016 publicou o livro Simetria nos Estudos Para Violão de Villa-Lobos, pela Editora Paco, constituído por análises de quatro dos Estudos de Villa-Lobos com foco nas estruturas musicais simétricas utilizadas na composição dessas obras. Coordenador pedagógico e professor do Conservatório Souza Lima onde leciona Guitarra, Harmonia, Contraponto, Teoria Musical e Prática de Banda. É guitarrista e thereminista da banda Diafanes com a qual lançou três álbuns e participou de diversas turnês. Colabora com a Revista Guitar Player da Editora Melody e pela mesma editora lançou o livro Guitar Player Brasil Série Estudo Vol. I.


norton dudeque
Norton Dudeque
Norton Eloy Dudeque. Possui mestrado em Performance Musical pela University Of Western Ontario (1991), mestrado em Musicologia pela Universidade de São Paulo (1997) e, doutorado em Música (Ph.D.) pela University of Reading (2002). Realizou estágio pós-doutoral no King’s College em Londres (2012). Atualmente é professor associado da Universidade Federal do Paraná. Tem experiência na área de Teoria e análise musical, atuando principalmente nos seguintes temas: análise musical, musicologia, teoria musical.
 

leopoldo waizbort
Leopoldo Waizbort

Leopoldo Waizbort, professor de sociologia na USP e pesquisador do CNPq. Atua na área de teoria social e sociologia da cultura e desenvolve pesquisa sobre Villa-Lobos. Autor de As aventuras de Georg Simmel (ed. 34, 2000; 3a. ed. 2013), A passagem do três ao um: crítica literária, sociologia, filologia (Cosac Naify, 2007), e alguns artigos publicados por aí. traduziu e editou a sociologia da música de Max Weber (Os fundamentos racionais e sociológicos da música, Edusp, 1995).


Nahim Marun
foto: Rodrigo Alves

Nahim Marun iniciou sua carreira recebendo vários primeiros prêmios em importantes concursos nacionais de piano. Após completar sua formação no exterior, foi escolhido “Melhor Solista do Ano” pela Associação Paulista dos Críticos de Arte, indicado como “Melhor Pianista” pelo IV Prêmio Carlos Gomes e o “Premio Ação Cultural” da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Suas gravações foram premiadas com o “Diapason d’Or”, com o Prêmio Bravo! de Cultura de “Melhor CD de Música Erudita” e selecionadas como “Melhores do Ano” pela Iberian and Latin Music Society, de Londres e American Record Guide. Entre seus CDs solo estão Miniaturas de Oswald, Em Movimento e o DVD Pulsares, de Flo Menezes. Gravou também CDs no Brasil e exterior ao lado de artistas como Claudia Riccitelli, Cláudio Cruz e o Ensemble São Paulo. Marun é professor efetivo de piano na graduação e pós-graduação do Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista. Concluiu o Mestrado no The Mannes College of Music de New York e o Pós-Doutorado na Université Paris-Sorbonne (Paris-IV).


Lutero Rodrigues

Lutero Rodrigues. Doutor em Musicologia pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes-Música, do Instituto de Artes da UNESP. Prioriza o estudo, pesquisa, interpretação e divulgação da música brasileira, atuando em três áreas principais: Musicologia, Ensino universitário e Regência. Como Regente, destaca-se o período em que esteve à frente da Sinfonia Cultura – Orquestra da Rádio e TV Cultura, de São Paulo, entre 1998 e 2005. Na área de Musicologia, produziu numerosos textos sobre diversos compositores brasileiros e suas obras, destacando-se a tese de Doutorado, sobre Carlos Gomes, que recebeu o Prêmio Funarte de Produção Crítica em Música (2010) e tornou-se livro (Editora UNESP). Atua nas linhas de Análise e Interpretação, bem como História, Estilo e Recepção. É Professor de Regência e História da Música Brasileira, no Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista – UNESP. Desde 2002, é membro da Academia Brasileira de Música.


Fábio Cury

Fábio CuryO fagote é tradicionalmente um instrumento de orquestra. Contudo, alguns fagotistas são vistos com alguma frequência atuando como solistas. Entre os brasileiros, certamente, Fábio Cury se destaca como um dos mais atuantes. A inclinação para essa atividade, se não nasceu em seu período de estudos na classe de solistas da Escola Superior de Teatro e Música de Hannover, foi indubitavelmente estimulada pela convivência com o Prof. Klaus Thunemann, um dos mais conhecidos solistas de fagote de todos os tempos, com quem estudou de 1992 a 1994. Foi nesse período, em 93, que venceu o Concurso para Fagotistas da Escola Superior de Teatro e Música de Hannover. Todavia, ainda antes de ter residido na Alemanha, na condição de bolsista do DAAD, ou mesmo de ter concluído o seu Bacharelado na UNICAMP, sob a orientação do Prof. Paulo Justi, Fábio, que iniciou os estudos de fagote aos 11 anos, já havia atuado como solista da OSESP, da Orquestra Experimental de Repertório, da Orquestra Sinfônica de Campinas e da Orquestra Sinfônica da UNICAMP entre outras, tendo vencido vários dos Concursos para Jovens Solistas dessas instituições. De volta ao Brasil, em 95, obteve ainda o 3º. lugar no Prêmio Eldorado de Música. A atuação de Fábio Cury tem sido marcada, acima de tudo, pelo ecletismo. Vai da música orquestral à atividade acadêmica; da performance com instrumentos de época à música contemporânea. Tem colaborado, como convidado ou de forma regular, como fagotista solista das principais orquestras brasileiras, tais como a OSESP, a OSB, a Filarmônica de Minas Gerais e a Orquestra Municipal de São Paulo, grupo em que exerce atualmente a função de fagotista solista. Recebeu o título de Mestre em Artes pela UNICAMP e o de Doutor em Música pela USP, instituição em que leciona desde 2002. É membro fundador da Camerata Aberta, grupo totalmente dedicado ao repertório de nossos dias, com o qual recebeu o Prêmio APCA de melhor ensemble de música contemporânea, em 2010, e o Prêmio Bravo de melhor CD de música erudita, em 2011. Sua produção fonográfica inclui registros de música de câmara para os selos Paulus, Brasil Meta Cultura, Lindoro (Espanha), Meridian (Inglaterra) e Selo SESC. Seu CD Velhas e novas cirandas: música brasileira para fagote e orquestra, lançado pelo selo Clássicos, recebeu o prêmio APCA de melhor disco de 2010. Da parceria com o cravista Alessandro Santoro resultou, em 2013, o álbum duplo Fábio Cury e Alessandro Santoro interpretam Bach, seu primeiro registro com um fagote de época. Em 2014, lançou Mignone por Fábio Cury: 16 valsas para fagote solo, pelo Selo SESC, gravação que figurou entre os três finalistas do Prêmio Revista Concerto, na categoria melhor livro, CD e DVD. Sua atividade multifacetada e a especial atenção que concede à música brasileira credenciaram-no como presença marcante não só em praticamente todos os festivais de música, séries de música de câmara como também à frente das mais prestigiosas orquestras brasileiras. Da mesma forma, já atuou como intérprete, professor e palestrante em eventos na Argentina, Panamá, Estados Unidos, Canadá, Bélgica, Eslovênia, Inglaterra, França, Portugal e China, entre outros países. Fábio Cury é um artista Püchner e toca com o fagote modelo superior.


walter
Walter Nery Filho
Walter Nery Filho. Doutor em Musicologia pela Universidade de São Paulo (2017) e Mestre pela mesma instituição (2012), desenvolveu trabalho de análise da obra modernista para piano “Prole do Bebê No2” de Heitor Villa-Lobos. Bacharel em Física pela Universidade Federal do Paraná (1985) e licenciado em Música pela Universidade Metropolitana de Santos (2017), também possui especialização lato sensu pela Faculdade de Música Carlos Gomes (2008) com monografia dedicada à análise do estilo de improvisação do guitarrista Kurt Rosenwinkel. Atualmente trabalha como orientador e professor na pós-graduação da Faculdade Souza Lima de Música onde ministra as disciplinas Análise Musical e Transcrição e Assimilação. Possui grande experiência internacional, tendo participado de Congressos de Musicologia na França, Finlândia, Portugal, Estônia e Turquia. É guitarrista e principal compositor do grupo RdT, trio de música instrumental com o qual gravou três trabalhos autorais.
 

Gabriel Ferrão Moreira é Doutor em Musica (Musicologia) pela Universidade de São Paulo, Mestre em Música (Musicologia-Etnomusicologia) pela Universidade do Estado de Santa Catarina e possui graduação em Licenciatura em Música pela mesma universidade (2008). Atualmente é professor de disciplinas de teoria e análise musical na Universidade Federal da Integração Latino Americana (UNILA). Dedica-se à pesquisa dos procedimentos harmônicos na música de concerto de compositores latino-americanos dos séculos XX e XXI, buscando um mapeamento dessas práticas musicais na região. Desenvolve pesquisas paralelas na área de teoria das formas musicais e sua aplicabilidade a repertório popular folclórico latino-americano e utilização de softwares livres de música no contexto da universidade pública.


Joel Albuquerque

Joel Albuquerque. Doutor em Teoria e Análise Musical pelo Programa de Pós-Graduação em Música da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (PPGMUS/ECA/USP) e Mestre em Processos de Criação Musical pela mesma instituição. Bacharel em Trompa pela Faculdade Mozarteum de São Paulo (FAMOSP). Especialista em Gestão em Projetos Culturais e Organização de Eventos pelo Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (CELACC/ECA/USP). É professor de Trompa e Teoria Musical na Organização de Cultura, Educação e Assistência Social Santa Marcelina, Conservatório e Curso Técnico em Música da ACARTE (UNASP) e Escola de Música de Embu das Artes. Iniciou seus estudos musicais na ONG Músicos do Futuro (antiga Banda Marcial de Taboão da Serra), seguindo para a Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP; antiga ULM), onde estudou com o trompista Nikolay Alipiev (OSESP). Foi professor de Teoria Musical e orientador de trabalhos de conclusão de curso (TCC) do bacharelado da Faculdade Mozarteum de São Paulo (FAMOSP). Publicou diversos artigos no campo da Análise e Teoria Musical em Simpósios e Encontros de Musicologia no Brasil e na Europa (Portugal). Foi trompista de importantes grupos sinfônicos como a Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo e Orquestra Jovem de Guarulhos. Participou de vários festivais com destaque para o Festival de Música de Santa Catarina (FEMUSC), Semana da Música de Ouro Branco (MG) e Festival de Música de Campos do Jordão (SP). Também é compositor/arranjador e produtor cultural.

 

eero tarasti
Eero Tarasti
Eero Tarasti. Musicólogo e semiólogo finlandês, Tarasti tem vastíssima produção bibliográfica, com publicações em vários idiomas. Obteve seu PhD em 1978 com a tese Myth and Music, sobre Jean Sibelius, Richard Wagner e Igor Stravinski. Professor de Musicologia na Universidade de Helsinque e diretor do International Semiotics Institute, ele ainda é autor de um dos principais estudos dedicados a Villa-Lobos, livro publicado originalmente em finlandês (1987) e traduzido para o inglês: Villa-Lobos: The Life and Works (McFarlane, 1995). Mais informações em https://en.wikipedia.org/wiki/Eero_Tarasti. É um privilégio tê-lo como membro honorário do PAMVILLA.
 
 

Rodrigo Felicissimo

Rodrigo Felicissimo, é PhD em processos de criação musical, obtido na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP, 2014), com a tese “ Estudo Interpretativo da Técnica Composicional Melodia das Montanhas, utilizada nas peças orquestrais: New York Sky-Line Melody e Sinfonia No. 6 de Heitor Villa-Lobos”, orientador maestro Gil Jardim. Rodrigo é mestre em Geografia Humana pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP, 2007) com a dissertação Paisagem Sonora do Espaço Migrante, orientador Heinz Dieter Heidemann. Ele é bacharel em regência obtido na Faculdade Santa Marcelina (FASM, 2008), sob a supervisão do maestro Lutero Rodrigues. Também é bacharel em Geografia (FFLCH-USP, 2003). Nascido em São Paulo, começou sua educação musical na Waldorf, Escola Rudolf Steiner de São Paulo. Possui experiência no campo da pesquisa, coro e orquestra, com atividades vinculadas a educação musical no Instituto Acaia (ONG), Orquestra Antunes Câmara (OAC), Coral da Universidade de São Paulo (Coralusp, 1998-2008) e Orquestra Sinfônica da Zona Leste (2017). Ao longo dos últimos anos, Rodrigo tem participado de diversos Master Classes e Festivais de Música em diversos países (Estados Unidos, República Tcheca e Brasil), sob as direções dos maestros Kirk Trevor, Donald Schleicher, Kenneth Kieslier, Lanfranco Marcellette, Maurice Peress e Kurt Masur. Durante o período de 2012-2014, Rodrigo foi membro do conselho da Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo (OSUSP). Em 2016, Rodrigo iniciou estudo e aperfeiçoamento em Regência, sob a orientação do maestro Roberto Duarte (UFRJ e ABM). Email para contato: rodrigofelicissimo@usp.br


Pedro Paulo Salles
Pedro Paulo Salles

Pedro Paulo Salles (São Paulo, 1958) é graduado em Música pela Universidade de São Paulo (1987), tem Mestrado (1996) e Doutorado (2002) pela Faculdade de Educação da USP, tendo como orientador o Prof. Dr. Celso Fernando Favaretto. Atualmente é professor doutor do Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da USP, atuando na Graduação e na Pós-Graduação. É coordenador do Laboratório de Educação Musical do Departamento de Música e professor da Pós-Graduação em Música nas áreas de Processos de Criação Musical e Musicologia/Etnomusicologia. Na área de Educação Musical vem desenvolvendo pesquisas sobre processos de criação musical com crianças, criação de notações musicais com crianças e paisagem sonora; já na área da Etnomusicologia suas pesquisas têm ênfase na música indígena de povos do Brasil, tendo trabalhado junto aos povos Karajá Iny e Paresi Haliti. É pesquisador do PAM, Grupo de Pesquisas em Antropologia Musical, e é um dos coordenadores do CEMA, Centro de Estudos Mesoamericanos e Andinos na FFLCH- História USP.


Flávia Toni

Flávia Camargo Toni é pesquisadora do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo onde ministra disciplinas optativas de Graduação e orienta no Programa de Pós-Graduação Culturas e Identidades Brasileiras. É professora convidada do Departamento de Música da ECA/USP, onde atua igualmente na Graduação e na Pós-Graduação. É Bolsista CNPq e participa atualmente do Projeto Temático Fapesp, O Musicar Local.


Manoel Aranha Correa do Lago

Manoel Aranha Corrêa do Lago tem uma dupla formação em Economia e em Música: é Bacharel em Ciências Econômicas pela UFRJ, com mestrado em Administração Publica (“M.P.A. – Master in Public Affairs”) pela Universidade de Princeton; seus estudos musicais realizaram-se com Arnaldo Estrella e Madeleine Lipatti (piano), Esther Scliar e Michel Phillipot (Teoria musical e Análise) e Nadia Boulanger (Composição). Doutor em Musicologia pela Unirio, com Pós-Doutoramento junto ao Instituto de Estudos Brasileiros (IEB/USP), publicou livros e diversos trabalhos; ocupa a “Cadeira Carlos Gomes” na Academia Brasileira de Musica.

 

Son Mello
Son Melo
Cleisson Melo, mais conhecido como Son Melo, é doutor em Composição pela Universidade Federal da Bahia, com período sanduíche (PDSE-CAPES) na Universidade de Helsinki. Atualmente é professor no departamento de música da Unidade Acadêmica de Arte e Mídia da Universidade Federal de Campina Grande, onde atual na área de produção musical, composição e análise musical. Participa dos grupos de pesquisa PAMVILLA (Perspectivas Analíticas para a Música de Villa-Lobos), Semiotics of Cultural Heritage, e NEMUS (Núcleo de Estudos Musicais). Membro do ISI (International Semiotics Institute), IASS-AIS (International Association for Semiotic Studies) e do Musical Signification (ICMS). Também está contribuindo com a Academy of Cultural Heritage (ACU) dirigida pelo Prof. Eero Tarasti. Tem experiência na área de Artes com ênfase em Composição Musical, Análise Musical, Semiótica da Música e Produção Musical, atuando nos temas referentes à análise musical, musicologia, composição musical, semiótica, e música brasileira do séc. XX e XXI.
 

 
guto brambilla
Guto Brambilla

Guto Brambilla. Bacharel em contrabaixo pela Faculdade de Música Souza Lima, tem mestrado em Musicologia (Teoria e Análise) pela Universidade de São Paulo, sob orientação do Prof. Dr. Paulo de Tarso Salles e pesquisador FAPESP. Professor, contrabaixista e compositor, possui uma carreira dedicada à música instrumental brasileira, tendo gravado e coproduzido 5 CDs com os grupos Sinequanon e RdT, além de diversas participações em shows e festivais.

 

Julia

Júlia Tygel é pianista e professora. É doutora em musicologia pela USP (apoio CAPES), tendo realizado parte do programa na City University of New York como bolsista CAPES-Fulbright, mestre em etnomusicologia (apoio FAPESP) e bacharel em composição (apoio FAPESP para iniciação científica), ambos pela UNICAMP. Sua pesquisa de doutorado investigou processos composicionais inspirados em repertórios de tradição oral em obras de Bartók e Villa-Lobos. Atualmente, Júlia é professora na Faculdade de Música Souza Lima (SP) e no curso de Educação Musical à Distância da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Como pianista, Júlia lançou o CD “Entremeados”, com financiamento da Prefeitura de Campinas e produção musical de Benjamim Taubkin, no qual gravou seus arranjos para violoncelo e piano para músicas do cancioneiro brasileiro. Vem se apresentando, com variados projetos, em diversos teatros no Brasil e também alguns no exterior. Como pesquisadora, possui artigos publicados em anais de congressos de pesquisa em música no país (ANPPOM, SINPOM, ABET, Simpósio Villa-Lobos, entre outros) e alguns no exterior (Convegno Internazionale di Americanistica – Perugia/Itália, e British Forum for Ethnomusicology – Liverpool/ Inglaterra). Participa do grupo de pesquisa PAMVILLA e orientou trabalhos de conclusão de curso na Faculdade de Música Souza Lima. Atualmente é Assessora Artística da OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo).


 
Luciano Camargo

Luciano Camargo. Bacharel em Música com habilitação em Regência pela Universidade de São Paulo (1998), mestre (2012) e doutor (2017) pela mesma instituição. Atua na área de música como regente de orquestra e coral, com ênfase no repertório vocal-sinfônico. Foi diretor de música sacra do Kantorei St. Peter und Paul (Freiburg im Breisgau – Alemanha) e Diretor Artístico da Orquestra Acadêmica de São Paulo e do Coral da Cidade de São Paulo. Pesquisador em música soviética e performance em direção orquestral, é também professor de regência no Centro de Música da Universidade Federal de Roraima (UFRR) e regente da Orquestra Sinfônica da UFRR.

 

paulo chagas

Paulo C. Chagas é compositor, com atividade na Europa, Brasil e Estados Unidos. Graduou-se na USP (1973-79), estudou composição, orquestração e análise no Conservatório de Liège (1980-82) e composição de música eletrônica na Academy of Music in Cologne (1982–89). Entre 1990 e 1999 foi compositor-residente no estúdio de música eletrônica da WDR em Cologne; entre 1992-97 foi pesquisador e compositor-residente no Wallonie Center for Musical Research and Education em Liège. De 1991 a 1993 foi visiting lecturer em música eletrônica na University of Liège; de 1995 a 96 lecionou composição e música de câmara contemporânea no Liège Conservatoire; de 2003 a 2004 lecionou estética e análise de música eletroacústica na Robert Schumann Music Academy em Düsseldorf. Desde 2004 ele é Professor of Composition na University of California, Riverside (UCR). Website: http://www.paulocchagas.com

 

Giorgio Monari is a musicologist, musician, and event manager. He graduated cum laude in Modern languages and literatures (1992), and obtained his Ph.D. degree in History and Analysis of Musical Cultures (2001) at Rome Sapienza University, and M.Mus. in Choral music and Conducting (1994) at Bari Conservatory. He teaches Sacred Music History at Gregorian Pontifical University of Rome. As a choral conductor he collaborates with Musica Sapienza at Sapienza University. He has written various Italian, Portuguese, Spanish, and English essays and articles about theory of performance, history of musical concepts, music history, and Euro-Latin American musical relations. He is the Art Director of the Ruspoli Baroque Music and Musicology Ruspoli International Competition since 2010 and he is also the editor of the multilingual musicological collections Miscellanea Ruspoli (Studies about the Music of the Baroque Age), and Quaderni Ruspoli (Studies about Euro-Latin American Musical Relations). He contributed to important collective Italian publications: Musiche nella Storia (ed. Franco Piperno, 2017), Il Medioevo (ed. Umberto Eco, 2009), and Storia dei Concetti musicali (ed. Gianmario Borio, 2009). He also produced a revised edition of Ursula Kirkendale’s writings about Händel, together with Warren Kirkendale (2017).

José de Carvalho Oliveira. Natural de Matias Olímpio – Piauí. Mestrado em andamento sob orientação do Prof. Dr. Paulo de Tarso Salles na área de Teoria e Análise pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Graduação em Licenciatura em Música pelo Centro Universitário UniSant’Anna – SP (2012). É integrante do PAMVILLA, grupo dedicado à pesquisa da obra de Heitor Villa-Lobos. Atualmente leciona matérias teóricas no curso Superior de Música do Centro Universitário UniSant’Anna – SP. Coordenador na Escola Municipal de Música de Embu das Artes – SP. Spalla e maestro assistente da Banda Municipal de Embu das Artes – SP. Como saxofonista dedica-se ao repertório brasileiro e contemporâneo.


Adailton Pupia
Adailton Pupia

Adailton Pupia. Graduado em música na Escola de Música e Belas Artes do Paraná, especialista em educação musical pela mesma instituição e mestre em musicologia pela UFPR. Atualmente é doutorando em musicologia pela UFPR, onde participa dos grupos de pesquisa: “contexto, estruturação, influência e estilo musical entre 1850-1950 (UFPR)” e “PAMVILLA – Perspectivas Analíticas para a Música de Villa-Lobos (USP)”. Em 2005 Pupia foi finalista do concurso Armando Prazeres da Petrobrás-RJ para jovens solistas. Em 2012 lançou seu álbum instrumental intitulado de “Guartelá”. Adailton Pupia foi diretor artístico e maestro da Orquestra Sinfônica de Ponta Grossa por quatro anos e realizou apresentações ao lado de músicos de grande prestigio. Em 2014 foi convidado para reger a Orquestra de Câmara de Braga e o Coro da Fundação Gulbenkian, em Portugal. Foi criador e apresentador do programa televisivo “Mundo da Música” exibido pela TVE. Atuou como colunista do jornal Diário dos Campos por dois anos, na coluna semanal “Mundo da Música”. Foi professor do Conservatório Maestro Paulino Martins Alves e da Universidade Estadual de Ponta Grossa nas mais variadas disciplinas. Ministrou disciplinas como professor convidado nos cursos de pós-graduação da CENSUPEG e da PUCPR. Atualmente é Orientador de Atividades no SESC Água Verde e professor colaborador na UNESPAR (EMBAP) e na PUCPR nas mais variadas disciplinas.

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